Eu sou como o vento passageiro...
Que perde sua poesia...
Que um dia acredita que vai voltar a escrever algo
como:
"Tudo parece se resumir em canção e arte, dois instrumentos começam a marcar o ritmo, o coração acelera na marcação, enquanto os pulmões tentam acompanhar em uma tentativa ofegante de não perder o ritmo, uma galeria de arte abstrata começa a se formar na mente, em representações que lembram o passado, expressões do presente e sonhos do futuro, poderia achar uma lógica em todas essas obras, poderia até dar lhe um nome."
James Henry
